Pular para o conteúdo principal

Postagens

Destaques

Fundo de pensão não é Berkshire Hathaway, nem Rio de Janeiro é Omaha (ainda bem).

  E tudo começou nos idos dos anos 1990, quando importantes empresas brasileiras que pertenciam ao Estado foram privatizadas. Como era possível usar as chamadas “moedas podres” no pagamento, os fundos de pensão foram “induzidos/convencidos” a participarem pesadamente na compra dessas empresas (leia mais na matéria do jornalista Chico Santos no link https://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc25049817.htm ). Eram tempos do liberalismo de FHC. E o que se viu naquele momento foi um verdadeiro atentado aos ensinamentos dos livros de finanças, com os fundos de pensão assumindo posições de controle em empresas listadas, jogando na lata do lixo o princípio “diversificação reduz riscos”. Cada nova aquisição era comemorada como se fosse um gol do Brasil em Copa do Mundo e a equipe de Governo era comunicada por telefone no melhor estilo “puxa-saco”. Além de prejudicar a liquidez, os fundos se viram obrigados a criarem estruturas para acompanhar essas importantes participações acioná...

Últimas postagens

O que motiva um executivo a pagar propina?

Fato relevante: quer pagar quanto?

Quer pagar quanto? É arrecadação, estúpido.

Auditorias dormem no ponto?